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Rage Against The Machine no SWU em Itu

11 de Outubro de 2010
foto: Alexandre Ferreira

 

Sábado, dia 9 de outubro de 2010, mas por um momento, pensei estar em 1999 num show da turnê do album “The Battle of Los Angeles” devido tamanha energia que vinha do palco. Tive a certeza de não estar assistindo ao show de uma banda que gravou seu último album há 11 anos atrás, e que depois de um hiato de 7 anos voltou aos palcos para shows. A pegada estava intacta.

A cozinha perfeita de Tim Commerford e Brad Wilk, continua poderosa e pulsante, e ainda serve e muito bem aos riffs de guitarra de Tom Morello – que faz todos os sons, e um pouco mais, exatamente como se ouve nos álbuns. Juntando a tudo isso a perfomance raivosa de Zack De La Rocha nos vocais – que era só sorrisos com o público e ainda dedicou a canção “People of the sun” ao Movimento dos Sem Terra, o MST -, eu tenho a certeza de que o primeiro show do Rage Against Machine no Brasil, e na América do Sul, foi histórico, apesar dos problemas que aconteceram.

 

foto: Alexandre Ferreira

 

A estrela vermelha subiu vagarosamente no telão ao fundo do palco, anunciando o primeiro acorde da violência sonora que iria começar.  A sequencia inicial, “Testify”, “Bombtrack”e “People of the Sun”, foi arrasadora. Levou os presentes a loucura. A massa formada pelo público pulava sem parar, emanando uma energia tão forte, que o show foi interrompido pela organização para conter a exaltação dos fãs e acertar a grade que limitava o espaço, entre a platéia comum e a premium, que foi jogada ao chão. A invasão dessa área, na frente do palco, foi incentivada por Zack em seu site oficial, já que seu pedido para que ela não existisse, não foi atendida pela organização do SWU.

 

foto: Alexandre Ferreira

 

Resolvido o problema da grade, surgiu o problema do som. Durante a execução de duas músicas o som para platéia foi interrompido. O problema ocasionou uma parada de cerca de 5 minutos, e uma chuva de vaias do público contra a organização do festival.

Mas com o episódio do som superado veio a consagração. No encerramento quando tocaram “Freedom” e “Killing in the name of”, com o público cantando a pleno pulmões a música que virou sucesso com o filme de Oliver Stone e impulsionou a carreira da banda.  Após o fim do show – que durou cerca de 1 hora e meia – tinha muita gente falando que ia tentar juntar as economias para ir na apresentação do Rage em Buenos Aires. Será que alguém conseguiu?

Set list: Testify – Bombtrack – People of the Sun – Know Your Enemy – Bulls on Parede – Township Rebellion – Bullet in the Head – Calm like a Bomb – Guerrilla Radio – Sleep Now in the Fire – Wake Up

Bis: Freedom – Killing in the Name

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